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Alguns Peixes Usados na Piscicultura Comercial Home / Peixes de Criação
 


ALGUNS PEIXES USADOS NA PISCICULTURA COMERCIAL 

 

TAMBAQUI

O tambaqui (Colossoma macropomum) pertence à família Serrasalmidae e é uma espécie originária dos rios Amazonas, Orinoco e seus afluentes.  Apresenta nadadeira adiposa óssea com raios, dorso pardo-escuro e ventre esbranquiçado.   Os adultos têm manchas escuras irregulares no ventre e na nadadeira caudal. Os alevinos têm uma mancha circular preta na nadadeira caudal que desaparece lentamente com o crescimento.  No meio natural alcança peso máximo de aproximadamente 30 Kg e, em cultivos da atividade de piscicultura, pode chegar a 1 Kg de peso no primeiro ano e de 1,5 a 3 Kg no segundo.

 

 

PIRAPITINGA

A pirapitinga é um peixe muito parecido com o tambaqui, porém, enquanto este é pardo-escuro, a pirapitinga tem coloração cinza-prateada.  Seu nome científico é Piaractus brachypomus e também pertence à família Serrasalmidae.  Na piscicultura podem atingir 1 Kg no primeiro ano. 

Quando comparada ao tambaqui, a pirapitinga apresenta menores qualidades de cultivo, porque utiliza menor variedade de alimentos, por possuir porte e taxa de crescimentos inferiores; apesar de ter maturação sexual precoce e as técnicas de reprodução artificial ser conhecidas e semelhantes às do Tambaqui.

 

 

MATRINXÃ e PIRAPUTANGA

O nome científico do Matrinxã é Brycon sp e o da Piraputanga, Brycon hillari, ambos pertencem à família Characidae, Sub-Família Bryconinae e são espécies nativas da bacia amazônica.

Alimentam-se de frutas, sementes e organismos aquáticos de pequeno porte. Em condições de cultivo, aceitam ração peletizada, grãos, frutos e subprodutos agrícolas.  Quando adequadamente manejadas, podem alcançar 1 a 1,5 Kg no primeiro ano de cultivo.

 

 

CURIMATÃ

Pertencente à família Prochilodontidae, gênero Prochilodus, o nome genérico curimatã envolve várias espécies com características semelhantes.

Em geral apresentam hábito alimentar detritívoro, ou seja, consomem a matéria orgânica depositada no fundo dos açudes e viveiros. Esta característica permite usá-las como espécies de policultivo, junto a espécies que se alimentam de frutas, sementes e organismos aquáticos de pequeno porte, que são onívoras.

A Curimatã-pacu (Prochilodus argenteus) pode alcançar 0,8 Kg no primeiro ano e até 2 Kg no final do segundo.

 

 

PIRARUCU

O pirarucu é o maior peixe de escama de Água Doce.   Seu nome científico é Arapaima gigas e pertence á família Arapaimidae.   É um peixe muito apreciado pela qualidade de sua carne e por seu tamanho, que pode alcançar mais de 2 metros de comprimento e um peso acima de 150 Kg.

Possui a respiração aérea, seu hábito alimentar é do tipo ictiófago, ou seja, se alimenta de outros peixes.  A maturação sexual ocorre do terceiro ao quinto ano de vida, quando atinge em média 1,6 m de comprimento e de 40 a 50 Kg de peso.  Os ovos são depositados em ninhos e os machos protegem os filhotes.  Neste período, o macho adquire uma coloração vermelha mais intensa.

Na piscicultura os alevinos podem chegar ao peso de 10 Kg no primeiro ano.

 

 

OUTRAS ESPÉCIES:

 

Ø       PIAÇU (Leporinus macrocephalus);

Ø       PACU (Piaractus mesopotamicu);

Ø       DOURADO (salminus maxillous),

Ø       SURUBIM CACHARA (Pseudoplatystoma fasciatum);

Ø       SURUBIM PINTADO (Pseudoplatystoma coruscans);

Ø       PIRARARA (Pharactocephalus hemiolopterus);

Ø       TILÁPIA (Oreodhromis niloticus)

 

E A ESPÉCIE HIBRIDA:

 



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